Não é a primeira vez que me encontro perto da loucura onde nem os teus braços me conseguem consolar.
Não entendes? É-me igual.
Olha, vamo-nos daqui pois não temos nada a perder.
Tudo vale nesta loucura disfarçada.
Se continuarmos presentes, só eu viverei.
Não me podes chegar ainda que me toques.
Não entendes que eu vivo no meu espaço interior?
Abraça a minha loucura e vamo-nos daqui com qualquer cor humana à nossa espera.
Segunda-feira, 2 de Março de 2009
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